Lista encadeada – Adicionar com O(1)

adicionar com O(1)

Hoje vamos continuar falando mais um pouco sobre algoritmos que principalmente caem ou em listas de emprego ou competições de programação, mas vai ser um pouco diferente. Estamos falando sobre listas encadeadas e já fizemos uma forma de adicionar um nó em que a complexidade é 0(n), pois precisamos navegar até o final da lista toda vez que vamos adicionar um item novo. Porém uma das pessoas que acompanham a gente no YouTube comentou que podemos fazer com o O(1), ou seja, um valor constante, desde que a gente armazene além da cabeça da lista, o rabo, então eu decidi fazer dessa forma também para ficar bem claro as duas formas.

A primeira coisa que temos que fazer no algoritmo é, além de utilizar o head, utilizar também o tail:

Agora vamos fazer um add e, caso estivermos adicionando pela primeira vez, vamos seguir a mesma regra utilizada anteriormente:

Perceba que tail é igual a head, afinal se não tivermos nenhum nó, ao adicionar, o início e o fim serão o mesmo.

Agora, caso o Head não for nulo, temos que fazer o Tail que será o nosso último. Para isso vamos criar um nó e pegar o tail.next e apontar para o novo nó:

Quando a lista não está vazia criamos um novo nó, vamos nesse último nó e colocamos no ultimo, logo nosso tail será o novo nó. Para checar se isso funciona no return, temos que adicionar:

Vamos fazer um teste:

Perceba que retornou 0 e 1 e nossa lista, a diferença que guardamos uma referência para o tail e utilizou apenas dele para checar e adicionar novos itens. Pode ser que consigamos otimizar esse código, a grande questão é que agora nosso algoritmo tem complexidade 0(1), a vantagem é que independente do tamanho da minha lista, adicionar a ela sempre custará uma constante.

O único detalhe é que guardamos dois valores, vamos pensar que esses valores variam dependendo do tamanho da lista, geralmente pensaríamos o seguinte: se ele variasse muito seria um um temporal 2, mas ele sempre será 0(1) mesmo com o resultado 2 porque não faz diferença quando nós falamos em escala.

Confira o vídeo:

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